Where AI Gets Practical: como integrar AI em workflows reais no digital

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Where AI Gets Practical: como aplicar ferramentas de AI no dia a dia do digital

Where AI Gets Practical: como integrar AI em workflows reais no digital

O Where AI Gets Practical reuniu mais de 130 participantes num encontro focado na aplicação prática de ferramentas de inteligência artificial no dia a dia profissional. Mais do que uma introdução às plataformas, o evento mostrou como a AI já está integrada em workflows reais — desde a criação de produtos até à automação de processos, passando por estratégia, design e engenharia.

AI não é tendência. É infraestrutura

Um dos principais pontos do evento foi claro desde o início:
a inteligência artificial deixou de ser um tema exploratório e passou a ser parte da infraestrutura de trabalho.

O foco não está em conhecer ferramentas, mas em saber quando usar, como integrar e com que intenção.

Lovable: criar produtos sem código, com pensamento

Na sessão da Carla Geraldes, o destaque foi o Lovable, uma plataforma que permite criar websites e aplicações sem código.

Mas o ponto central não foi a ferramenta em si, foi o processo.

Para gerar bons resultados, é necessário:
• Definir bem a ideia
• Estruturar o projeto antes de executar
• Escrever bons prompts
• Iterar continuamente

Um dos principais insights foi simples:
um bom prompt gera um bom produto. Um mau prompt limita tudo.

O fluxo ideal passa por descrever, gerar, ajustar e publicar.

E, mesmo com automação, ficou claro que:
o pensamento humano continua a ser o principal diferencial.

Claude: estratégia, contexto e pensamento crítico

A sessão da Naiara Back trouxe uma abordagem mais estratégica ao uso de AI, com foco no Claude.

Mais do que uma ferramenta de geração, o Claude foi apresentado como:
• Um sistema de organização de pensamento
• Um apoio à decisão
• Um parceiro estratégico

Um dos pontos mais relevantes foi a criação de Skills, que são instruções personalizadas que permitem automatizar tarefas repetitivas e estruturar workflows. E também Projetos, ambientes onde todo o contexto é centralizado para evitar perda de informação e aumentar consistência.

Outro insight importante:

usar AI como Google é um erro.
usar AI como sistema de pensamento é o caminho.

AI + Engenharia: automação real e impacto mensurável

Na sessão do Vitor Marques, vimos a aplicação de AI em contexto de engenharia e gestão de equipas.

Aqui, o impacto deixou de ser teórico e passou a ser mensurável:

• Redução de 90% no tempo de revisão de código
• Aumento de produtividade e consistência
• Automação de tarefas técnicas e administrativas

A equipa evoluiu de um modelo manual para um ecossistema integrado de ferramentas, onde AI atua como:

• Copiloto de desenvolvimento
• Sistema de revisão automática
• Motor de documentação
• Assistente de gestão

O resultado:
engenheiros deixam de executar tarefas repetitivas e passam a focar-se em decisões, lógica e pessoas.

O verdadeiro diferencial não está na ferramenta

Ao longo de todo o evento, uma ideia repetiu-se:

as ferramentas estão acessíveis a todos.
o diferencial está em como são usadas.

Entre os principais aprendizados:

• Pensar antes de executar
• Trabalhar com contexto, não prompts isolados
• Iterar continuamente
• Combinar ferramentas, não depender de uma só
• Desenvolver pensamento crítico sobre outputs

De utilizador a operador de sistemas

O Where AI Gets Practical mostrou uma mudança clara no perfil profissional:

De utilizadores de ferramentas
para operadores de sistemas de AI

Quem consegue estruturar workflows, definir contexto e integrar ferramentas passa a ter uma vantagem real no mercado.

O que fica deste evento

A inteligência artificial não substitui competências.
Amplifica-as.

E num cenário onde tudo acelera, a vantagem está em quem consegue transformar ferramentas em prática. A EDIT. continua a criar espaços onde essa transição acontece de forma clara, aplicada e orientada ao mercado.


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